3 de agosto de 2018

Especial Bienal do Livro SP 2018: Autoridades realizam abertura oficial da 25ª Bienal do Livro de São Paulo


Na última quinta (2), a 25ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo teve seu pontapé inicial dado. A cerimônia que marcou o início das atividades foi realizada à noite no Auditório Elis Regina, ao lado do pavilhão do Anhembi.

Estiveram presentes na solenidade o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, o presidente da Câmara Brasileira do Livro, Luís Antônio Torelli, o secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Romildo Campello, a primeira-dama do Estado e presidente estadual do Fundo Social de Solidariedade, Lúcia França, entre demais autoridades locais e nacionais, bem como patrocinadores e apoiadores da Bienal.
Adriana Calcanhotto agitou os presentes

Para abrir a noite, a cantora Adriana Calcanhotto abrilhantou com vários sucessos na base do violão, tais como "Devolva-me", "Mais Feliz", "Maresia", "Metade", "Vambora", entre outras. "Estou muito feliz por ter sido lembrada e convidada para realizar este pocket show, pois sou uma das representantes da Música Popular Brasileira, que também é literatura", afirmou a cantora.

Neste ano, comemora-se 50 anos da primeira edição da Bienal. Com o slogan "Vamos fazer esse download de conhecimento", o destaque é o livro como principal propulsor  do pensamento crítico. Destacam-se ainda a parceria cultural com o Sesc/SP e a primeira participação da Microsoft como patrocinadora master.

Outra novidade é a presença de representantes da cidade de Sharjah, capital cultural dos Emirados Árabes e eleita a Capital Mundial do Livro em 2019 pela UNESCO. Os árabes possuem estande próprio (G30), no qual apresentam um pouco de sua cultura e disponibilizam para venda diversos livros em sua própria língua.

Autoridades locais, nacionais e internacionais estiveram presentes
O convidado de honra da noite foi o xeique Fahim Al Qasimi, cheve das Relações de Governo de Sharjah, que foi homenageado, agradeceu a hospitalidade e realizou discurso em árabe. Uma das falas mais destacáveis foi a do diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron. "Mais livros sendo lidos por mais leitores. Essa é a única métrica para nos tirar do caos", disse, quando abordou a principal preocupação dos organizadores da Bienal paulistana - aumentar os índices de leitores no País.

Microsoft - Uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, a Microsoft trouxe para sua primeira Bienal algumas novidades interessantes. Em seu estande, os visitantes poderão conferir como a corporação vislumbra as salas de aula em 2030, além de conhecer as Microsoft Learning Tools, ferramentas de apoio à leitura e à educação para quem enfrenta dificuldades no aprendizado. "Nosso compromisso com a educação não é ao acaso. Observamos a constante melhora das tecnologias existentes e, por isso, enxergamos a necessidade de se expandir a educação. Portanto, precisamos levar a educação para todos os brasileiros sem deixar ninguém para trás", constatou Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil.

Doações literárias - A presidente do Fundo Social Estadual, Lúcia França, ressaltou a importância dos livros e pediu doações. "Mesmo com as tecnologias, o livro continuará sendo protagonista e sendo a grande fonte de inspiração para todos. No Fundo, estamos reforçando o espaço de leitura que lá tem. Para isso, peço a todos a doação de livros, para que possamos abastecer nosso espaço." - O Fundo Social Estadual fica na Rua Frederico Alvarenga, 125, Sé, São Paulo. Telefone: (11) 2588-5906.
Abertura da Bienal contou com grande presença de convidados

Por fim, o Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, defendeu a Lei Rouanet por meio da Bienal e reassumiu o compromisso de regulamentar com urgência a Lei da Política Nacional de Leitura e Escrita. "A Bienal é belíssimo exemplo de evento que pode ser realizado com recursos da Lei Rouanet, tão ferozmente atacada e de forma injusta. Também assumimos o compromisso de regulamentar a Política Nacional de Leitura e Escrita o quanto antes. Faremos o possível e o impossível para que saia ainda neste ano."

Para finalizar o ensejo, as autoridades, em conjunto com Fahim Al Qasimi cortaram a faixa, simbolizando o início da Bienal e, na sequência, visitaram os bastidores no evento horas antes de sua abertura oficial.

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