23 de agosto de 2017

Notícia: Jornalista Carla Moura estreia na literatura com Reveillon das Estrelas

No mês de julho a jornalista Carla Moura lançou seu primeiro livro Reveillon das Estrelas pela Editora Kazuá. O livro tem prefácio do escritor e ensaísta Caio Cardozo Tardelli e assinatura da orelha, do escritor, Jornalista e crítico literário Márwio Câmara, e da jornalista Patrícia Paixão.


Segundo Caio Cardozo Tardelli “ O leitor está diante de uma obra em que, de uma maneira um tanto atonal, traz uma imagética muito próxima àquela trabalhada pela surrealista espanhola Remédios Varo, pintora que tem sido redescoberta pouco a pouco. Carla Moura, em seu primeiro livro, já almeja a companhia das estrelas como se fossem as suas almas irmãs. Logo no poema introdutório, uma estrofe de evocação ao habitat natural da poeta: as estrelas.

Já o Jornalista e crítico literário Márwio Câmara afirma que "Os versos de Carla Moura materializam o mundo não escrito que habita dentro da subjetividade da poeta e também de cada um de nós. A figura da Noite ecoa como uma vitória enuncia coisas quase nunca ditas. Essas passagens são análogas às estrelas, que exercem muito mais do que a função de corpos celestes dentro das inclinações da poeta. As estrelas, neste caso, são a completude singular e vital dos nossos sentimentos. Sua poesia mostra uma ambígua insatisfação. Seus versos falam de sentimentos humanos, de maneira lírica e sensível, neles habitam afetos, desilusões e pequenos insucessos, além de um sentimento vertiginoso pela liberdade." - Márwio Câmara, jornalista e crítico literário

Sobre a obra
Em Reveillon das Estrelas, a escrita da jovem poeta revela o desnudar de uma alma que anseia e busca, através do sonho e da própria poesia, o fascínio essencial da vida, sufocado e esquecido. Sua poesia mostra uma ambígua insatisfação. Há uma sede, um fogo que persiste vingar, mesmo que a morte apareça em seu estilo deliberadamente gótico, romantizado e sedutor. Seus versos falam de sentimentos humanos, de maneira lírica e sensível, neles habitam afetos, desilusões e pequenos insucessos, além de um sentimento vertiginoso pela liberdade. A figura da Noite ecoa como uma vitória enuncia coisas quase nunca ditas. Essas passagens são análogas às estrelas, que exercem muito mais do que a função de corpos celestes dentro das inclinações da poeta. As estrelas, neste caso, são a completude singular e vital dos nossos sentimentos. Assim os versos de Carla Moura materializam o mundo não escrito que habita dentro da subjetividade da poeta e também de cada um de nós.

Sobre a autora
Carla Moura nasceu em São Paulo. É uma aspirante a jornalista que enxerga nessa profissão uma paixão e faz disso um ideal de vida; como meios de transformação das coisas, da sociedade e do status quo. Escreve no blog Parafraseando, e alimenta o sonho de transformar o mundo num lugar mais justo e mais humano.



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