8 de novembro de 2016

Notícia: Obra traz realidade do sertão em forma de contos

O livro O chão que em mim se move, composto por treze narrativas curtas ambientadas no semiárido baiano, aborda temas como violência, miséria, migração e seca. O romancista Carlos Barbosa lança seu primeiro livro de contos intitulado editado pela Penalux e a obra aborda temas comuns do sertão como seca, migração, disputas familiares e políticas, violência e miséria. 

Os contos foram escritos ao longo de doze anos, entre 2000 e 2012. Alguns são narrados em primeira pessoa, como“Era uma vez o Bendiá, que mostra memórias de infância de um narrador não identificado. Todas as histórias apresentam forte interação entre os desdobramentos do cenário e as situações vivenciadas pelas pessoas que moram no sertão.

Com esse livro, Carlos quer levar aos leitores sensações de emoção, alumbramento, revelação, inquietação e dor. “O livro deve ser um mar revolto para quem o ler. Só assim faz sentido sua existência”, explica. 

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o livro de contos do autor baiano traz um conjunto de narrativas que se mostram coesas tanto no teor quanto na qualidade. “Carlos Barbosa é um escritor que tem pleno domínio do seu ofício. Em sua escrita, ele alinha com maestria, simplicidade e profundidade”. 

Sobre o autor
Carlos Barbosa nasceu em 1958 e foi criado no interior da Bahia. Estudou o secundário no Colégio Central da Bahia e graduou-se em Jornalismo pela UFBA e em Direito pela UniCeub, do DF. Escreveu letras de música, participou de festivais e teve seu primeiro conto premiado no Concurso de Contos do Jornal da Bahia, em 1977. É parceiro de Dominguinhos em duas canções. Com “O chão que em mim se move”, já são seis livros publicados. Em 2001, foi premiado pelo Ministério da Cultura no Concurso de Desenvolvimento de Roteiros, com o roteiro de “A Dama do Velho Chico”.

Serviço
Autor: Carlos Barbosa
Editora: Penalux
Tamanho: 14x21cm
Páginas: 128
Preço: R$34,00

Um comentário:

  1. Como sou uma apaixonada por contos, este livro já me ganhou de cara. Ainda com histórias do Nordeste, do sofrimento que este povo sempre sentiu na garganta e na pele.
    Deve ser bom demais ler algo assim!
    Adorei a capa, linda demais.
    Beijo

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