9 de julho de 2014

Crônica: A carta de um livro poeta


Adoro quando me abre.  Adoro quando me cheira. Sinto que sou sua companhia. Saiba que você também é uma companheira.


Nas minhas páginas você pode viajar. Convido você neste mundo adentrar. Sei que vai se apaixonar. Se em algum momento a tristeza vier a tona, faça uma maratona. Vou lhe fazer rir. Vou lhe fazer chorar. Viverá fortes emoções.

É como se através das palavras escritas em mim, você pudesse se transportar para cada história. Tudo ficará na sua memória.

Me leve para onde for. Me trate com amor. Saberei retribuir. E com carinho irei agir. Te peço só mais um favor. Ao terminar de ler estas páginas me guarde com cuidado. Gosto de ser amado.

Pode me emprestar e me doar também. Gosto de fazer amigos, vou além. Só não me rasgue. Nem me amace. Com vontade quero um abraço, afinal não sou feito de aço. Obrigada pela atenção. Ame os livros do fundo do seu coração.

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